(fonte: https://www.kantaribopemedia.com/wp-content/uploads/2016/11/Livre-Blanc-tendance_social_media_PT.pdf)

Várias discussões já foram levantadas em torno das redes sociais. Até mesmo a sua definição. Alguns defendem que qualquer canal que gere interação entre pessoas, pode e deve ser considerada – REDE SOCIAL. Até mesmo a mesa de bar, o salão de cabeleireiro, entre outras plataformas de comunicação social.

Mas o fato é que hoje os canais digitais de troca de informação tornaram-se tão essenciais que muitos já “deixaram de ser uma distração divertida e passaram a ser um comportamento vital do nosso cotidiano… como respirar”.

Quem entre nós nunca afirmou categoricamente: “- Eu sou viciado nesse aparelhinho celular!”

A mobilidade digital dos canais sociais deixaram de ser tendências e hoje são meras estatísticas que não param de crescer. Mas chega de lero lero e vamos as 10 tendências das redes sociais em 2017, segundo Kantar Ibope Media.

  • Snap & Facebook: muito além do “Social”
  • Diversificação como chave para o sucesso

É indiscutível o sucesso empreendedor de Mark Zuckerberg e seu tão famigerado Facebook. Costumo dizer que em alguns anos ao invés do policial solicitar nossa Identificação Civil através da RG, irão requisitar nossos Registros do Facebook… rs

Mas alguns números mostram que “o público mais jovem começou a abandonar o Facebook em massa, já que achavam a rede ‘ultrapassada’.”

Em outra ponta desse cenário, aparece o Snapchat. Mostrando uma escalada cresente em seus números de usuários ativos. A plataforma de vídeos encantou o público de 18-24 anos.

E o que fez Mark Zuckerberg para se reinventar? Bom ele não fez muito, mas gastou uma boa fortuna comprando outros app para diversificar sua carteira de features sociais. E conseguiu, mais uma vez, se consolidar como líder. Mantendo as marcas com seus nomes originais, entre elas:  Instagram, WhatsApp e Oculus VR ProGeo OY.

Nem todos tem o poder de compra que o Facebook tem. Então, para diversificar, muitos adotaram estratégias menos ostensivas. Mudando apenas seu posicionamento de marca. Entre os que adotaram esse caminho está o Twitter. Hoje apresentando seu app não mais como “Rede Social”, mas sim como “Notícias” na Apple Store.

  • Surfando a onda da “Realidade Aumentada”
    O auge do ambiente web

Aqui está a fase do “futurismo” nunca visto antes. Sim, sim, as grandes corporações de mídia hoje investem massivamente nesse mercado. Sejam comprando empresas desenvolvedoras de óculos de realidade virtual. Sejam contratando especialistas no assunto.

“TODOS os principais players da GAFA (Google, Apple, Facebook e Amazon) até a mídia tradicional, como o The New York Times, querem um pedaço desse interessante mercado!” Os investimentos vão desde estudos que irão ampliar a realidade e o alcance da virtualização. Até a produção de novas tecnologias Sci-fi, como o Teletransporte… :S

A ideia é mesclar tudo de forma a nos envolver e nos conectar com plataformas “menos visíveis, mas ainda mais incorporadas às nossas vidas”. Ou seja, seremos engolidos por computadores e nem nos daremos conta de que isso ocorreu! 😉

  • A revolução da distribuição de conteúdo
    A era das experiências

Todos estão cansados de ouvir que cada canal digital tem seu público e suas particularidades. Não é novidade que ser original e ter foco no canal de distribuição, irá gerar muito mais engajamento do público ali presente.

Bom, mas quem tem tempo para alimentar 20 canais diferentes? E com conteúdo criado exclusivamente para cada um destes? Atentos aos perfis dos públicos sem perder sua linha editorial?

Algumas empresas de mídia estão contratando, os chamados “platform wranglers” ou “embaixadores de plataformas”. E o que eles fazem? “Estabelecem e conquistam o relacionamento com as principais plataformas de conteúdo e orientam a estratégia editorial”.

E a tendência para 2017 é o marketing de experiência que se sustenta em três pilares básicos: Transparência, Desejo e Valor. Transformando intensamente a maneira de informar, interagir e criar conteúdos. Promover narrativas é só mais um dos pontos a serem levados em conta. “A questão agora é usar o conteúdo como veículo para oferecer experiências imersivas e memoráveis”.

  • Os Chatbots chegaram… mas não estão sozinhos
    Iluminando o “Dark Social”

Caminhando hoje no centro da cidade você esbarrará com várias pessoas falando sozinhas… e parece que essa tendência vai ser ampliada!

Muitas empresas hoje já estão adotando os Chatbots. Pedaços de códigos que geram conversas automatizada com o público consumidor da marca. Mas segundo algumas pesquisas ainda há um desequilíbrio em essa intereção Homem x Máquina. Por exemplo, “o assistente M do Facebook emprega interações acionadas pelo homem. Isso produz um vislumbre mais autêntico dos desejos dos usuários do que poderiam produzir os chatbots automatizados.” 

Na outra ponta, existe o “Dark social” onde as marcas conversam com seus consumidores em particular. O que chama atenção e vira ao aveso as estratégias de marketing. Pois neste cenário quem puxa conversa é o consumidor e não a marca. Para não perder esta oportunidade, é importante que a interação seja bastante humana.

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